Enquanto isso, eles
jantam tiram gargalhadas em restaurante no centro da cidade. Muitos deles
aposentados, ganhando uma aposentadoria bem gorda e salários altos.
Jantar na noite deste
sábado, 25, no Jarude Restaurante, localizado no bairro Aviário, em Rio Branco, Vagner Sales, João Correia, vice-governador Major Rocha e
Marcio Bittar.
Quantas vezes já ouvimos
esses xingamentos de lado a lado! E dentro da própria família, ou no círculo
dos amigos mais queridos. As pessoas se expressam de maneira raivosa, agressiva
e irrefletida. Em certas circunstâncias, aqueles que eram tão caros no
relacionamento de longa data se afastam com sentimento de rancor e não retornam
mais ao convívio.
Os debates políticos
tomaram rumos tão incontroláveis que julguei oportuno trazer o assunto
novamente para a nossa reflexão. Os defensores da esquerda agridem porque se
sentem injustiçados pela derrota nas urnas. Os da direita porque não se
conformam com o fato de ter alguém ainda com a "petulância" de fazer
a defesa daqueles que, segundo eles, quebraram o país.
De maneira geral, as conversas começam em tom cordial, ameno, como se fossem uma simples troca de ideias. Com o passar do tempo um dos interlocutores fala mais alto, para dar ênfase às suas ideias. O outro se sente ofendido e responde com volume mais elevado. Pronto, a encrenca já está armada. E como alerta o dito popular: em discussão sobre política quem perde primeiro é a razão
Sem contar as redes sociais. Como as pessoas não ficam frente a frente, acham que as palavras escritas não provocarão ressentimentos. O efeito, porém, pode ser o mesmo que ocorre com a comunicação tête-à-tête, e em certas circunstâncias ainda pior, pois o texto fica lá, guardado, para que se recordem das agressões recebidas. E mesmo depois de muito tempo, sempre que a mensagem for lida dará a impressão de que a provocação acabou de ocorrer.
Veja o vídeo:


